sexta-feira, 27 de julho de 2012

Puxa-saco de galinha


Depois de tanta polêmica os saquinhos voltaram, gostei do que a Leda Nagle fala sobre isso nesse artigo.
E eu que nem  ia mais postar o puxa-saco. Mas está aí pra quem quiser guardar seus saquinhos e fazer uso deles, pro lixo de casa ou pra qualquer outra coisa. Ao reaproveitar você também está reciclando.
Confeccionado em piquê e aplicação de galinha.
Dimensões
0,62 cm de comp x 0,26cm larg
Preço: R$35,00 cada.




quarta-feira, 25 de julho de 2012

Doce de maracujá


Comi esse doce num restaurante natural da vila Mariana, e simplesmente adorei!
Perguntei se era feito com a parte branca do maracujá e se precisava deixar de molho -sim, de um dia para o outro. Na primeira oportunidade comprei maracujás bem lisinhos, descasquei, tirei a polpa e aquela pele branca que envolve a polpa. As casquinhas brancas, pesei para saber a quantidade que iria colocar de açúcar, cortei em pétalas e deixei de molho.Troquei a água várias vezes. No dia seguinte, pus pra cozinhar só com a água, depois acrescentei o açúcar, que é a metade do peso das casquinhas, e o doce continuou cozinhando. Quando as cascas começaram ficar transparentes, acrescentei um pouco de suco de maracujá. Guardei um pouco das sementes para finalizar o doce dando uma aparência bem saborosa. E foi como ficou, delicioso! Igualzinho ao que eu tinha comido.




terça-feira, 24 de julho de 2012

Lingerie personalizada



Quem não gosta de um saquinho personalizado para guardar a lingerie?
Na viagem, na academia ou em casa, deixa tudo organizado e arrumadinho.
Pode fazer um conjunto com o saquinho para guardar sapatos. Fica a sugestão para presentear.

Confeccionado em tricoline,100% algodão. Etiqueta de piquê, bordada a mão. 
O visor é de filó de algodão.

Dimensões
Saquinho de lingerie: 0,31 cm de comp x 0,27cm larg
Saquinho de sapatos: 0,35 cm de comp x 0,37 cm larg

Preço: R$25,00 cada mais o frete.








Ilhós

Finalmente comprei a máquina que eu tanto queria. É uma prensa para fazer ilhós.
Fui com minha filha na Rua da Graça, no Bom Retiro. Divertimo-nos muito, fazia muito tempo que não íamos na Zé Paulino. Mas foi ao chegar em casa e tentar fazer uso da prensa que a felicidade chegou ao auge, é fácil e na primeira tentativa já deu tudo certo. Não dá pra imaginar que uma coisa assim tão simples possa trazer tamanha felicidade. A felicidade é bem mais simples do que se imagina.
Quando eu era criança, lá em Olinda, tinha umas senhoras, moças velhas, como dizia minha mãe. As Correas tinham essa prensa, cobriam botões, o que na época era muito usado. A gente levava um retalho do tecido da roupa que estávamos costurando e saía com alguns botões do tamanho pedido. Além dos botões é claro, faziam as casas, ilhoses, ponto ajour e uma série de outras coisas. A casa antiga era linda, fazia parte do casario do sítio histórico de Olinda/PE., na porta uma sineta avisava que alguém estava entrando. Elas sempre me recebiam com um sorriso, a alemãzinha chegou! Meu pai era tcheco mas o denominavam de galego, ou alemão. A casa sempre perfumada com seus doces, o cheiro do doce de goiaba é simplesmente inesquecível. E como elas gostavam muito de mim, eu sempre ganhava  dos seus doces, bolos e biscoitos. Era quase como num conto de fadas.
Pois é, me senti um pouco como elas com minha prensa de fazer ilhós. É possível não ficar feliz?




sábado, 21 de julho de 2012

Embalagem

Esta é a minha embalagem. O produto vai embalado no papel de seda. Sacolinha de papel kraft, cordão dourado e o cartão do Ateliê Maria Ceiça.




sexta-feira, 20 de julho de 2012

Geleia de kinkan



Vou aproveitar a foto do post anterior para falar sobre a geleia de kinkan que está na mesa.
Colhi kinkans no quintal de minha sogra, plantadas por ela. Resolvi fazer uma geleia e presentear minhas cunhadas.
Coloquei num pote e deixei em cima da mesa, mas acontece que tenho uma cachorrinha muito curiosa que foi ver o que era aquilo com aroma tão perfumado.
Gritei: - Jujuba!  E ela, no susto, puxou a toalha e foi tudo pro chão. Mas a Eliana, uma amiga que tem um sítio de produtos orgânicos, me presenteou com um saco cheio de kinkans fresquinhas, e fiz outra.

É muito fácil de fazer, basta lavá-las, tirar o cabinho e as sementes. Para isso corte-as em quatro e com uma faquinha retire a parte branca e as sementes.
Pese para saber a quantidade do açúcar, que será a metade do peso. Isso é a gosto, tem pessoas que colocam a mesma medida, eu acho que fica muito doce.
Passe as kinkans no processador, sem deixar virar uma pasta, ou corte-as do jeito que você achar melhor, mais fininhas ou mais grossas. Junte açúcar e um copo de água. A água ajuda a cozinhar as casquinhas, portanto, se for necessário, vá colocando mais até ficarem macias. De vez em quando mexa para não grudar. Ficará pronta quando estiver cremosa. Uma dica é tirar do fogo, colocar uma colherzinha num pratinho, esperar esfriar e ver se está no ponto do seu agrado. Aí é só comer com uma torradinha, uma fatia de bolo, um sorvete de chocolate. Hum! Hum!

E por falar em doce, aí está a foto da meliante, carinha de santa. É meu xodó, e por isso escolhi o nome Jujuba, docinho que adoro!



 

Trilho de chita



Eu adoro chita. Ela faz parte do meu imaginário de menina, lembranças do São João de Pernambuco, da praia, dos vestidos das velhinhas sertanejas com seus cocós e seus cheiros de lavandas, são lindas memórias. A chita é alegre, vibrante e na mesa ela remete às coisas simples que encantam. Transforma um simples cafezinho num momento de alegria e prazer. Como pode uma coisa tão simples carregar tudo isso em seu bojo?

O trilho substitui dois jogos americanos. Gosto dele um pouco maior do que o de costume para que caiba tudo o que será servido. Mas é claro que se você preferir menor ou até maior é só escrever pro meu e-mail e a gente pode conversar.
Dimensões: 1,35m comp x 0,95 cm larg
Preço: R$ 30,00 mais o frete pac ou sedex





segunda-feira, 16 de julho de 2012

Testeira nova



Ainda não tinha falado da minha testeira nova. Foi Leonardo, o meu filho, quem deu essa renovada no blog. Escolhemos essa imagem de dedais do Andy Warhol, quem não se lembra de suas gravuras da Marilyn Monroe e das latas de sopa Campbell’s? Clique aqui pra saber mais.
O fato é que me apaixonei pelos dedais porque não consigo costurar sem fazer uso deles. Lembro de minha mãe costurando, ela usava um daqueles antigos de metal. Hoje, além dos nacionais, existem os importados que são: de couro, plástico, abertos ou fechados. Ganhei dois bem antigos que foram da minha sogra, são lindos.